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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Bem-vindos Amandas, Tiagos, Pedros ...


As últimas pesquisas e a consequente prospecção de censo da população mundial, indicam que a marca dos 7 bilhões de habitantes será alcançada entre outubro de 2010 ou mais tardar no subsequente. Por mais que as especulações em torno do calendário Maia afirmem que o mundo acabará em dezembro de 2012, como propõe o filme, continuaremos vivendo; continuaremos vivendo, vivendo, e vivendo muito. Aliás, tenho certeza que passaremos longe. Assistiremos a Copa do Mundo de 2014, no Brasil, os Jogos Olímpicos de 2016, também em solo verde-amarelo, e todos os demais eventos que os sucederem. Comemoraremos nossos aniversários e bodas. O Brasil festejara seus 600 anos da chegada dos patrícios portugueses e Joinville comemorará seus 200 nas próximas quatro décadas. Nossos dias serão contados assim, até a eternidade.
Mesmo que a taxa de natalidade venha crescendo num ritmo menor que nas décadas anteriores, os números ainda são elevados. Hoje crescemos em torno de 1,25% ao ano. As estimativas são que por volta de 2050, ela seja de 0,5%.
Em números, como se tem conhecimento, o dragão vermelho - a China, é o mais populoso, com mais de 1 bi. Na sequência vem a Índia. A terra do tio Sam já passa dos 300 milhões e o Brasil, a maior nação da América do Sul, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, está a caminho dos 200 milhões; só São Paulo carrega 11 deles. E nós, aqui, na maior do estado de Santa Catarina, segundo dados oficiais do IBGE somos mais de 490 mil, porém estima-se que já chegamos aos 550.
Com todos estes números algumas questões emergem. Então vejamos: que tipo de mundo deixaremos aos nossos filhos? E às futuras gerações? O que estamos fazendo para deixar um planeta mais limpo, menos poluído? Mais ético? Mais Humano?
A cada criança que vem ao mundo, a esperança é sempre a mesma: deposita-se ali a possibilidade de estar nascendo um ser humano que possa fazer a diferença. Um ser humano que consiga transformar este mundo num lugar melhor, com menos injustiça. Às vezes tento fazer um exercício de previsão do futuro, imaginando que aquele pequenino ser, possa se tornar presidente da nossa Nação. Se não, um governador, um líder influente para a comunidade. Um que possa trabalhar em função e benefício do povo, para o povo, sem pensar no próprio bolso.
Às vezes imagino, naquele pequenino ser, um homem ou mulher de negócios, um gerador de empregos, de divisas para nosso país. Às vezes imagino-o como um engenheiro, um médico, quem sabe daqueles que possa descobrir à cura do câncer, da AIDS, e de tantas outras enfermidades que assolam este mundo. Às vezes imagino um ser humano que possa fazer a diferença como economista, administrador, pedagogo, professor; que possa influenciar as pessoas a desenvolver seu senso crítico e contribuir para o desenvolvimento da sua cidade, estado, país, do mundo. Às vezes, também penso que, se não chegar a ser nenhuma das profissões ou posições mencionadas, que seja um homem de bem. (Homem no sentido pleno da palavra – um ser humano).
Como se vê, o futuro passa literalmente por nossas mãos. Quando os acariciamos, quando com eles brincamos, quando os fazemos dormir. Será que deixaremos um mundo melhor para os nossos filhos, ou será que deixaremos filhos melhores para nosso mundo? A resposta também depende da nossa vontade. O que se espera é não mais ver dinheiro em meias e orações às propinas. O que se espera é menos drogas nas ruas. Que a comida seja farta e boa; não por meio da caridade dos governos, mas pelo suor. Do salário justo e merecido. O que se espera é que a educação seja de qualidade e que as drogas deixem de existir. Que seja não só aqui na Manchester, na bela e Santa Catarina, no Rio Grande. Que seja no Brasil, na Itália e no mundo.
Por todos os motivos apresentados, e outros que possam ter passado por vossas cabeças, vamos mais uma vez saudar: bem-vindos Nicolys, Eduardos, Manuelas, Anaizas. Vocês são nosso fio de esperança.

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