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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Feliz dia das mães


Mais uma vez, mãe querida, estamos aqui para parabenizá-la. Você que nos deu o dom da vida, você que mesmo antes de eu nascer, cuidou da minha saúde, preparou meu quartinho, guardou minhas roupinhas e sonhou com o meu futuro; sempre com um sorriso no rosto. Você que suportou a dor do parto e que no momento que me viu, disse que já me conhecia e que sabia que seria a mais linda das crianças. Mãe querida te agradeço do fundo do coração por tudo que fizestes e continuas a fazer por mim. Sei que sempre estou nas tuas orações.
Você que me ajudou a engatinhar, que me deu a mão para que de pé pudesse dar meu primeiro passo, o segundo, o terceiro e, finalmente, me deixou sozinho para que pudesse caminhar; você que levantou tantas vezes para me amamentar, que me medicou quando a caxumba chegou, que me tratou das dores de garganta e segurou meu primeiro dente, dizendo para colocá-lo embaixo da cama, para que as formiguinhas viessem buscá-lo e deixassem uma barra de chocolate. Você que me deu mamadeira, que me ensinou a andar de bicicleta, que me deu a primeira bola e me encheu de beijos quando chegava com os joelhos sangrando de dor, depois das peladas no campinho. Você que foi mãe mesmo antes de eu nascer, na minha infância, na adolescência, agora e para todo o sempre. Recordo-me certa vez que, em conversa com “papai do céu” antes da minha chegada, ele havia prometido o melhor presente: você. E você sabe que Ele nunca erra.
Diga para o papai não ficar com ciúmes, mesmo porque além do “papai do céu”, se estamos aqui hoje é graças a ele também. Ele também sempre esteve presente nas noites mal dormidas, nas peladas de futebol e no primeiro dia de escola. Graças a ele aprendi a jogar bolinha de gude, a tocar violão, namorar e dirigir. Sabemos que as palmadas foram merecidas e que também ele é o melhor pai do mundo, do jeito que o Fábio Júnior fala na canção: “você foi meu herói meu bandido, hoje é mais muito mais que um amigo, nem você nem ninguém tá sozinho, você [também] faz parte desse caminho, que hoje eu sigo em paz, pai, paz ... “.
Por que será que a gente sempre diz, somente no segundo domingo de maio que “mãe não tem dia, que todos os dias é o Dia das Mães”? Por que será que no segundo domingo de agosto, a gente também diz que “pai é todo o dia”? E vem dia, e passa dia e a gente se esquece de agradecer e comemorar o dia, o dia a dia, todos os dias. É no Dia da Mulher, no Dia dos Namorados, no das crianças, dos Professores. É no dia das almas, o qual, aliás para a maioria, é o único dia de ir ao cemitério, de vassourar, de mangueirar e tirar as ervas daninhas e finalmente depositar aquele lindo vaso de Crisântemos (o qual pode durar até um mês), para então dar às costas e voltar no próximo ano!
E agora, como diz a maioria chega “Natal”. Será que estamos comemorando-o na sua essência, no seu verdadeiro sentido? Será que ele é lembrado somente para presentear e dizer “da boca pra fora”: “Feliz Natal” e de lambuja “Próspero Ano Novo”? Será que estamos perdendo a razão das comemorações? Será que só presenteamos, no dia do dia? Que abraços só são lembrados nas datas comemorativas?
O Natal vem chegando e é momento de reflexão e não momento de pensar em renovar o guarda-roupa ou trocar de celular. Será que os desejos e promessas só devem ser feitos na noite do Ano novo?
Vamos fazer o seguinte: vamos lembrar, abraçar, beijar, e porque não presentear, todos os dias. Vamos fazer aquela ligação aos nossos pais, mães, padrinhos, amigos, professores e dizer que os amamos. Não vamos esperar mais um ano. Vamos comprar aquela linda rosa vermelha e oferecer às nossas mulheres e maridos e dizer, do fundo do coração – “eu ti amo”. Não vamos deixar para um único dia. Todos os dias são dias para se comemorar. Portanto meus amigos, leitores, editores, professores, meninos e meninas, pai e mãe, lembrem-se “amo vocês”.

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